Institucionalização da Escola Nacional de Formação de quadros Marielle Franco

Atualizado: Mai 24

Contribuição ao debate sobre institucionalização da Escola Nacional de Quadros Marielle Franco ao 7º Congresso Nacional do Partido Socialismo e Liberdade - Ano pandêmico de 2021


Esta contribuição ao debate foi construída com base em ampla consulta às forças políticas e sociais que fazem vida no Partido Socialismo e Liberdade - PSOL com o objetivo de obter um acolhimento consensual. Foi elaborada a partir da experiência acumulada pelas Escolas de Verão da FLCMF (2019 a 2021) e redigida pelxs professores Carla Cecilia Campos Ferreira, Ricardo Antunes, Roberto Leher e Andrea Caldas. Convidamos a todxs xs filiadxs do partido a assinarem o apoio a esta contribuição ao debate mediante assinatura neste formulário aqui.


Considerando:


O desenvolvimento das contradições históricas ensejadas pelo modo de produção capitalista, seu caráter estruturalmente explorador de classe, racista e patriarcal e a necessidade de superar esse modo de produzir e reproduzir a vida social;


O desenvolvimento desigual e combinado do mercado mundial em suas hierarquizações imperialistas, as quais se enraízam em cada formação social exigindo uma resposta antiimperialista e internacionalista no âmbito de cada país;


As particularidades do capitalismo dependente e da formação sócio histórica do Brasil, caracterizadas pela ordem violenta, expropriadora e superexploradora;


As formas históricas assumidas por estas contradições sob a crise do capital, marcadas pela ativação dos limites intransponíveis deste modo de produção, combinando a exaustão do planeta e dos recursos naturais à estrutural incapacidade deste modo de produção de responder positivamente aos problemas relativos à crise socioambiental, à pobreza e a desigualdade de classe intra e internacional e às questões de gênero e étnico-raciais,


Os socialistas estamos desafiados teórica e politicamente a compreender as imbricações de todas essas relações para a formulação coletiva e orgânica, com participação ‘protagônica’ do conjunto da militância do PSOL, de uma estratégia de luta pelo socialismo no Brasil. Como parte deste amplo processo, consideramos que a formação de quadros expressa a concepção partidária do PSOL, que se ampara na construção de um partido de novo tipo, democrático, enraizado entre os mais vulneráveis, de combate social, que seja constitutiva da praxis da transformação estrutural de nossa sociedade.


Neste sentido, os abaixo-assinados, militantes do Partido Socialismo e Liberdade (PSOL), propomos a institucionalização da Escola Nacional de Quadros Socialistas - Marielle Franco, no âmbito da Fundação Lauro Campos e Marielle Franco, balizada pelos seguintes princípios político-pedagógicos:


Em primeiro lugar, uma escola crítica ao modo de produção capitalista e sua constituição classista, racista e patriarcal, crítica ao ser humano unilateral e alienado, escola que recusa a disjunção entre os que pensam e os que executam, entre os que mandam e os que obedecem. Portanto, uma escola que tem seus alicerces cimentados pelos acúmulos do socialismo científico, da crítica da economia política, da tradição do pensamento revolucionárioe da concepção da escola unitária do trabalho, nas tradições de luta dos trabalhadores e trabalhadoras, dos povos originários e negro brasileiros, latino-americanos e da África, e dos movimentos feminista e LBTT nacionais e globais.


Em segundo lugar, uma escola fundamentada na práxis, que se constrói em uma ligação orgânica entre teoria e prática, referenciada nas experiências de lutas, buscando romper com a divisão entre trabalho manual e intelectual, e que se articula com as lutas sociais de caráter emancipatório de nosso tempo, conexões que alicerçam a produção do conhecimento e as mediações pedagógicas. Uma escola, portanto, que tem por objetivo formar quadros capazes de fazer análise concreta de situação concreta para melhor intervir social e politicamente nos processos de autoformação da classe trabalhadora e em suas experiências nas lutas da classeem suas mais diversas manifestações, sindicais, comunitárias, anti-racistas, feministas e anti LGBTQi+fóbicas e ambientais.


Em terceiro lugar, uma escola cujo desafio principal é contribuir para formar sujeitos críticos dotados de autonomia intelectual frente às ideologias dominantes e que se ocupem dos problemas que interessam à humanidade, quer dizer, "desinteressados" no que diz respeito a grupos e particularismos, sendo, ao mesmo tempo, um processo formativo comprometido com a classe trabalhadora e a luta contra todas as formas de exploração e de opressão de gênero e étnico-raciais, que tenha em mente que há toda uma experiência histórica por parte da classe trabalhadora no Brasil que foi desprezada pelas elites por estes terem como origem a África e povos originários.


Em quarto lugar, uma escola comprometida com a concepção de partido como ‘educador coletivo’, capaz de interpelar o senso comum hegemonizado por disposições de pensamento reacionárias, machistas, lgbtqi+fóbico, racistas, indiferente à destruição ambiental e conformistas com a ordem social injusta. Celebrando o centenário de Paulo Freire a escola está comprometida com as práticas de educação popular articuladas com as lutas sociais em curso, objetivando enfrentar a consciência intransitiva e a transitividade ingênua, em prol de uma transitividade crítica, como preconizado por Freire. Este educador que foi muito influenciado pelo político e educador Amilcar Cabral pela sua experiência em Guiné Bissau. E que, por sua vez, Freire teve influência na vida e trabalho da educadora Bell Hooks. Como é uma escola para o socialismo e no socialismo, as experiências pedagógicas dialogam verdadeiramente com os círculos de cultura, os coletivos e seus universos vocabulares, interagindo com a teoria revolucionária forjada pelo marxismo não dogmático.


Em quinto lugar, uma escola que contribua para a atualização do programa partidário, oferecendo ferramentas metodológicas e pilares teóricos, a partir dos nossos acumulos e que estejam conectadas com as demandas atuais anticapitalistas e a atual pluralidade de lutas e atores sociais.


Uma escola, portanto, que contribua para a promoção da organização e da disciplina como dimensões imprescindíveis da subjetividade revolucionária articulada à construção partidária; uma escola, enfim, que potencialize pedagogicamente as elaborações das diferentes instâncias e esferas partidárias - nacionais, regionais, estaduais, municipais, setoriais - comprometidas com a preparação das condições para a transformação estrutural da sociedade de classes, não apenas a partir da consciência espontânea das necessidades, mas pela conquista de uma consciência superior, anticapitalista, antiimperialista, internacionalista, ecossocialista, feminista e antirracista.


Para este objetivo, precisamos uma escola profundamente inserida nas lutas cotidianas do PSOL, e que, por isso, pretende contribuir para elevar a formação de seus militantes que atuam nas setoriais, nas lutas sindicais (reorganização da classe, considerando as diferentes formas de precarização do trabalho), nos movimentos da cidade (direito à cidade, moradia, cultura...) e do campo (reforma agrária popular, soberania alimentar), no movimento de mulheres, lgbtqi+, no movimento negro e indígena-originário e no movimento ambientalista ecossocialista por meio da sistematização pedagógica da produção intelectual do partido. Da mesma forma, uma escola que contribua na formulação sobre temas candentes como as contrarreformas do Estado , fortalecimento e universalização da dimensão pública do SUS, especialmente para enfrentar a pandemia, reabertura com segurança sanitária das escolas e universidades, proteção aos trabalhadores expostos em atividades essenciais e garantia de auxilio emergencial digno e de soberania e segurança alimentar, desfascistização da sociedade, reforma profunda do aparato de segurança,cobate ao genocídio da população periférica e à política de encarecamento em massa de jovens negros, entre tantos outros que ocupam o topo da agenda do partido.


Foram esses princípios que informaram a construção, desde maio de 2018, de experiências piloto, como "Escolas de Verão", que servem de base à proposta de Escola Nacional de Quadros Socialistas - Marielle Franco agora apresentada.


Da primeira edição, organizada como Seminário Nacional de Formação O Capital e o Capitalismo Brasileiro à Luz das Lutas Sociais da Atualidade, ocorrido entre 04 e 09 de fevereiro de 2019, na Escola Nacional Florestan Fernandes retiramos a experiência de uma escola do trabalho. A experiência contou com a participação de uma centena de militantes do PSOL de todos os estados do país, das mais diversas frentes de luta e de todas as forças políticas que fazem vida em nosso partido. Coerente com os princípios da escola do trabalho, os participantes contribuíam com a manutenção e organização do próprio espaço. Seu programa foi construído com base no pensamento crítico, rigoroso no método e avesso aos doutrinarismos, uma iniciativa que reafirmou o pluralismo socialista desde a composição das mesas até a distribuição das vagas de inscrição, bem como garantindo cotas de gênero, em proporção de 50% e racial, com representação de negros e negras e indígenas, em proporção de 50%. Este primeiro seminário contou, entre outros debates, com um minicurso de O Capital, painéis sobre temas nacionais e internacionais, sobre as lutas em curso, e foi encerrado com uma mesa de debate sobre Estratégia e Tática Socialista no Brasil em Perspectiva Nacional e Internacional, compostas por algumas das principais lideranças políticas do PSOL.


Da segunda edição, organizada como Escola de Verão Marielle Franco: Mulher, Raça e Classe, realizada entre 04 e 08 de fevereiro de 2020, no Centro de Estudos de Formação e Lazer - CEFOL, dos trabalhadores químicos de São Paulo, e com o Projeto Livres, que contou com a participação massiva do movimento de mulheres e LGTQi+, negras e indígenas, acumulamos a experiência de um método que se voltava para a formação de formadores e para a educação popular, com a realização de oficinas por estado da federação, de forma fortalecer os processos formativos articulados às lutas sociais concretas em cada lugar.


Neste ano de 2021, frente a pandemia de Coronavírus, organizamos a primeira experiência de Escola de Verão Marielle Franco - On Line, com a organização do Curso de Introdução aos Livros I, II e III de O Capital, entre fevereiro e maio de 2021 (60h/a) disponibilizado via site da Fundação Lauro Campos, e que contou com mais de 1200 inscritos e se destacou pela elevada qualidade teórica e pelo estímulo à formação de núcleos de estudo de O Capital em todo Brasil.


Finalmente, cabe registrar, o projeto Escola Nacional de Quadros Socialistas Marielle Franco, frente ao agravamento da crise econômica mundial ensejada pela crise sanitária do Coronavírus, organizou desde maio de 2020, o Observatório da Crise (www.observatoriodacrise.org), uma iniciativa de pesquisa e extensão da Escola Nacional de Quadros Socialistas Marielle Franco dedicada a acompanhar o desenrolar da crise mundial, com um Conselho composto por docentes de diversas universidades brasileiras e um boletim semanal, denominado Info ODC, distribuído por e-mail e pelo aplicativo Whatsapp. Esse observatório também iniciou um espaço de debate on-line intitulado A Conjuntura e os Desafios dos Socialistas dedicado a estimular a discussão sobre temas fundamentais para a luta socialista no Brasil.


Assim, como se pode verificar pela experiência prática acumulada, em cada uma das edições e iniciativas da "Escola" foram sendo consubstanciados princípios político-organizativos para o projeto agora apresentado para a Escola Nacional de Quadros Socialistas Marielle Franco, em síntese uma Escola:


(1) que se constitui como escola do trabalho que reivindica o princípio educativo do trabalho na formação da consciência e em que os participantes contribuem com a manutenção e organização do próprio espaço;


(2) que assenta seus programas formativos no pensamento crítico, rigoroso no método e avesso aos doutrinarismos e que interage com os saberes acumulados, formando, mobilizando e organizando os intelectuais orgânicos em torno a esse projeto;


(3) cujo método de construção reafirma permanentemente a prática da radical igualdade socialista, desde a composição das mesas até a distribuição das vagas de inscrição, assegurando cotas de gênero, em proporção de 50%, e racial, com representação de negros e negras e indígenas, em proporção também de 50%, bem como de militantes de todos os estados da federação, de todas as forças políticas que fazem vida no partido Socialismo e Liberdade e que contemple todos os níveis organizativos, desde o Diretório Nacional até militantes independentes de base;


(4) que reivindica e se referencia nas iniciativas formativas que caracterizam a vida partidária, abrangendo as instâncias partidárias, executivas estaduais e municipais, setoriais e forças políticas que compõem o partido; dialogando dessa forma com as iniciativas de formação que já existem em vários diretórios do partido pelo país;


(5) que busca fortalecer os espaços formativos, de cultura, arte, educação popular nos territórios em que vivem as/os trabalhadoras/es, somando esforços com outras iniciativas e coletivos na consolidação, em cada localidade, de espaços como “as casas do povo” empenhadas na desfascistização do senso comum e na elevação da formação dos sujeitos nas lutas de classes;


(6) que se ergue integrando ações de Ensino, Pesquisa, Extensão e na transversalidade da Educação Popular – o conhecimento original sobre as novas formas de exploração, de expropriações e de opressões é uma dimensão estratégica da ‘arma da crítica’ e, por isso, a referida indissociabilidade é constitutiva da presente concepção de formação. É uma escola, por conseguinte, que está comprometida, ao mesmo tempo, com a formação de militantes sociais e partidários e de intelectuais que possam atuar nas experiências de governo e no parlamento e de atuação do partido na sociedade política.


Ensino – oferecendo cursos em nível básico (para ingressantes no partido), intermediário (voltado aos dirigentes estaduais e de movimentos sociais) e avançado (com debates de maior fôlego e à luz do estado da arte dos acúmulos do pensamento crítico em escala internacional) como parte de um processo permanente de formação sistemática que se orienta para a educação popular e a formação de formadores;


Pesquisa – articulando grupos e programas de pesquisa realizados pelas universidades, institutos de pesquisa, escolas sindicais e demais espaços formativos autônomos da classe para tornar pensáveis os grandes dilemas da humanidade e a situação das correlações de forças da luta de classes – abrangendo os movimentos do Estado Maior do Capital, as ditas reformas do Estado, a base econômica da sociedade e, sobretudo, as alternativas forjadas nas lutas e nas práticas anticapitalistas no Brasil, na América Latina e nas demais regiões.


Extensão – promovendo espaços de autoformação associados às lutas e às iniciativas de autogoverno da classe trabalhadora, por meio de miradas epistemológicas que permitam experiências de interculturalidade e de auto-organização popular: valorizar o uso da palavra pelos sujeitos que fazem as lutas, as resistências e as alternativas. Uma formação que se nutre da investigação permanente da realidade e compartilha sistematicamente os saberes acumulados por meio de uma dimensão extensionista que, inclusive, extrapola os limites partidários para dialogar com setores da sociedade que buscam alimentar suas esperanças por mudança social.


Toda a construção realizada até o momento foi referendada pelos processos avaliativos e de balanço registrados pelos participantes das diversas iniciativas no âmbito do Projeto Escola Nacional de Quadros Socialistas Marielle Franco, reafirmando o anseio por parte de todos e todas envolvidos nesta construção desde 2018 pelo fortalecimento e ampliação dessa experiência. Dito isso, a Escola Nacional de Quadros Socialistas Marielle Franco deriva destes princípios os seguintes objetivos:


(1) Contribuir para a elevação da consciência política do conjunto da sociedade, disputando o senso comum na luta contra o conservadorismo e as mistificações liberais que ganham sempre novas formas em cada conjuntura histórica;


(2) Apoiar a organização da classe trabalhadora frente às transformações do mundo do trabalho e a a articulação teórica e política de todas as lutas para além do capital: de trabalhadores e trabalhadoras, de gênero, raça, etnia, ambientais e por direitos frente aos ataques das contrarreformas ultraliberais e dos retrocessos impulsionados pelo conservadorismo;


(3) Contribuir com a atualização programática do partido no sentido de um programa anticapitalista e de ruptura conectado com os tempos atuais;


(4) Contribuir para que o PSOL se constitua como intelectual coletivo da classe trabalhadora, contribuindo na formulação de políticas em interrelação com as setoriais e os núcleos de base de nosso partido;


(5) Contribuir para a formação de quadros que possam desenvolver experiências socialistas na sociedade política sempre em indissociável articulação com as iniciativas das lutas sociais.


Assim, tomando como referência a experiência de construção coletiva, mediante Conselhos Curadores plurais com funcionamento permanente, que fazem vida no âmbito da Fundação Lauro Campos desde a gestão presidida pelo companheiro Juliano Medeiros e com a finalidade de possibilitar que a Fundação Lauro Campos e Marielle Franco possa avançar institucionalmente em um terreno tão caro aos socialistas como a sólida formação de seus quadros, o 7º Congresso Nacional do Partido Socialismo e Liberdade aprova os princípios político pedagógicos e político organizativos, bem como os objetivos definidos para a Escola Nacional de Formação de Quadros Socialistas Marielle Franco consubstanciados nesta contribuição ao debate, e ainda as seguintes diretrizes:


1º . A imediata institucionalização da Escola Nacional de Quadros Socialistas Marielle Franco, no âmbito da Fundação Lauro Campos e Marielle Franco, a ser implementada na primeira reunião do seu Conselho Curador realizada após o Congresso.


2ª . O Conselho Curador da FLCMF reformará o Estatuto da Fundação incluindo na estrutura da fundação o estatuto a escola Marielle Franco.

- A escola terá um Conselho Curador permanente constituido sob o princípio da pluralidade política que faz vida no Partido Socialismo e Liberdade.


3ª . A Escola contará com uma Secretaria Executiva com a função de executar as atividades deliberadas no âmbito do Planejamento Anual de Atividades, zelando pelo cumprimento dos princípios e objetivos estabelecidos por esta contribuição ao debate congressual. Esta Secretaria Executiva deverá receber remuneração pela Fundação com trabalho dedicado de 40 horas semanais.


4ª . A fundação destinará pelo menos 10% do orçamento anual da FLCMF para a Escola Nacional de Quadros Socialistas Marielle Franco para sua organização estrutural e realização das atividades da Escola Nacional de Quadros Socialistas - Marielle Franco, sem descartar a possibilidade de a FLCMF incrementar seu apoio via utilização de outros recursos de sua estrutura institucional.


5º. O Congresso aprova, ainda, que a Escola Nacional de Formação de Quadros Socialistas Marielle Franco contará com Equipe Técnica profissional contratada em regime da CLT pela Fundação Lauro Campos e Marielle Franco, sendo que este quadro técnico deverá também ser plural e diverso no que diz respeito à identidade sexual e de gênero, bem como de raça e etnia, nos termos da paridade proposta nesta contribuição ao debate.


Como parâmetro fundamental para a organização das atividades, o Congresso define que a Escola Nacional de Formação de Quadros Socialistas Marielle Franco deverá:


a) Realizar, sempre em novembro de cada ano, de um Seminário Anual de Planejamento de Atividades da Escola Nacional de Quadros Socialistas Marielle Franco, do qual participam todos os/as secretários/as nacional, estaduais e municipais de formação de PSOL e um/a representante de cada setorial do partido;


b) A apresentação, sempre em janeiro de cada ano, ao Conselho Curador da FLCMF e ao Diretório Nacional do PSOL do Plano de Atividades Anual da Escola Marielle Franco.


c) Apresentar sempre em final de dezembro de cada ano a Prestação Anual de Contas das Atividades e Gastos realizados no ano do exercício.


Rio de Janeiro, maio de 2021.


APOIAM ESSA CONTRIBUIÇÃO AO DEBATE:


1. Aderaldo Gil

2. Aderson Bussinger Carvalho

3. Adriana Bittencourt

4. Afranio Bopré

5. Agnaldo Fernandes

6. Ailton Lopes

7. Alan Marvim Cardoso Silva Fernandes

8. Alexandre De Oliveira Barbosa

9. Alvaro Neiva

10. Ana Carla Amoriim

11. André Rodrigues Guimarães

12. Andrea Caldas

13. Andreia de Jesus

14. Andrey Pinheiro Duarte

15. Angelica Lovatto

16. Anisio Borba

17. Antônio Mendonça

18. Antonio Ronaldo Gomes Garcia

19. Arthur Victor de Melo Seabra

20. Atila de Oliveira Conceição

21. Barbara Nascimento

22. Bárbara Oliveira dos Reis

23. Bel Lessa

24. Bernadete Menezes

25. Bernardo Correia

26. Bernardo De Mattos Figueiredo

27. Bid Teixeira

28. Breno Nascimento Da Silva

29. Brice Brigato

30. Bruna Menezes de Araújo

31. Bruna Vieira Duarte

32. Bruno Marinoni Ribeiro de Sousa

33. Bruno Mattos

34. Caique Azael

35. Camila Valadão

36. Carla Cecília Campos Ferreira

37. Carlos André Sardenberg Teixeira

38. Carlos Eduardo Martins

39. Carlos Lucio Bittencourt Filho

40. Carol Castro

41. Carol Scopel

42. Catia Ronsani Castro

43. Charles Vieira

44. Cheron Moretti

45. Chico Alencar

46. Conrado Pereda Minucelli

47. Cristiane Pinheiro Duarte

48. Dagmar Silnara Camargo

49. Daniel Cara

50. Daniel Ferrari Barbosa

51. Daniel Medeiros Ifran

52. Daniel Rogers

53. Daniel Tomazine Teixeira

54. Daniela Mussi

55. Daniele de Carvalho Grazinoli

56. Danilo Nóbrega

57. Demian Melo

58. Dermeval Marins De Freitas

59. Diogo Augusto Araújo

60. Diogo Henrique Araújo De Oliveira

61. Dodora Mota

62. Edenilson Paraná

63. Eduardo Cardoso Daflon

64. Eduardo Glasser

65. Eliel Bezerra De Lima Junior

66. Elizabete Búrigo

67. Fabio Lemes

68. Fabio Nogueira

69. Fabrício Rodrigues Caseiro

70. Fatima Alves Ferreira da Silva

71. Felipe Abranches Demier

72. Felipe Mesquita Antunes

73. Fernanda Meochiona

74. Fernanda Oliveira dos Reis de Almeida

75. Fernando Carneiro

76. Fernando Silva (Tostão)

77. Flávio da Silva Paiva

78. Flávio Ferreira De Miranda

79. Flávio Marcos Araújo

80. Flavio Miranda

81. Francisvaldo Mendes

82. Franklin Maranhão

83. Frederico Henriques

84. Frederico Joca

85. Gabriel Corrêa Campos

86. Gabriel Zelesco

87. Geandro Ferreira Pinheiro

88. Gibran Ramos Jordão

89. Gilbertinho Campos

90. Gilda Virgillo

91. Giulia Tadini

92. Glauber Braga

93. Guilherme Sarausa de Azevedo

94. Gustavo Belisario

95. Gustavo Capela

96. Gustavo Farias Sixel

97. Gustavo França Gomes

98. Gustavo Gonçalves Fagundes

99. Gustavo Maurilo Costa

100. Gustavo Seferian

101. Hamilton Assis

102. Helio Lopes Junior

103. Henrique Lemos

104. Igor De Oliveira Dantas

105. Isabel Mansur Figueiredo

106. Israel Dutra

107. Ivan Dias Martins

108. Ivanete Silva

109. Jacque Parmigiani

110. Jadir Brito

111. Jaime Ernesto Winter Hughes León

112. Jane Barros Almeida

113. Jean Michael Gandin Campos

114. Jéssica Reis

115. João Alfredo Telles Melo

116. João Batista Ferreira de Araújo (Babá)

117. João Machado

118. Jordana Almeida

119. Jorge Almeida

120. Josemar Carvalho (prof. Josemar)

121. Juan Ibañez De Paula Coelho

122. Juan Leal

123. Julia Bustamante

124. Julio Holanda

125. Kenzo Soares

126. Lana de Holanda

127. Lauriana de Almeida Alves

128. Leci Carvalho

129. Leonardo Bernardino Rodrigues Lopes

130. Leonardo Carretta Da Silva

131. Lisete Arelaro

132. Louise Anne de Santana

133. Lucas Batal

134. Lucas Hippolito Von Der Weid

135. Lucas Lins

136. Lucas Tadeu Rodrigues Lins

137. Luciana Araújo

138. Luciana Genro

139. Luciana Miranda

140. Luciano Da Silva Barboza

141. Luciene Lacerda

142. Luis Artur Silva

143. Luiz Cesar dos Santos da Costa

144. Luiz Fernandes de Oliveira

145. Magda Furtado

146. Marcela Carnaúba

147. Marcela Prest

148. Marcello Bernardo Xavier Reis Sá

149. Marcelo Badaró

150. Marcelo Ferrari Barbosa

151. Marcelo Lima

152. Marcelo Ramos

153. Marcia Tavares

154. Marco Marques Pestana De Aguiar Guedes

155. Margila Leal de Souza Tocchio

156. Maria Malta

157. Mariana Riscali

158. Marília Cardoso

159. Marina Caixeta dos Santos

160. Marinalva Oliveira

161. Mario Augusto Azeredo

162. Mário Barreto

163. Mario San Segundo

164. Marisa da Silva Amaral

165. Mateus Ribeiro

166. Mathias Seibel Luce

167. Mauricio Mulinari

168. Max Costa

169. Meire Reis

170. Mendel César Oliveira Aleluia

171. Mike Pontes Conrado

172. Milton Temer

173. Modesto Neto

174. Nadja Carvalho

175. Neiva Inês Lazzarotto

176. Osmir Dombrowski

177. Pablo Ribeiro

178. Paula Mairan

179. Paulo Cesar De Castro Ribeiro

180. Plinio Sampio Jr

181. Rafael Andrade

182. Rafael Nunes

183. Rafael Vilardo Martins Bittencourt

184. Ramon Rawache

185. Raphael Mota Fernandes

186. Rayssa Alana

187. Reginaldo Scheuermann Costa

188. Regis Eduardo Coelho Arguelles Da Costa

189. Renata Souza

190. Ricardo Antunes

191. Robério Paulino

192. Roberto Leher

193. Roberto Mansilla Amaral

194. Roberto Robaina

195. Rogério Alimandro

196. Rogerio Silva

197. Ronaldo Oliveira (BAguinha)

198. Rosane de Souza

199. Rosilene Silva

200. Ruy Braga

201. Sâmia Bomfim

202. Soraia Feliciana Mercês

203. Taliria Petrone

204. Tamyres Filgueira

205. Tarzia Medeiros

206. Telma Gurgel da Silva

207. Téssie Reis

208. Thaise Albino

209. Thalles Cahon

210. Tiago Amaro Lopes

211. Tomás De Paiva Cardoso

212. Tuanne Almeida de Souza

213. Tulio Mota

214. Valério Arcary

215. Vastir Eloy Amado Cynthia

216. Veraci Alimandro

217. Vicente Gomide Saraiva

218. Victoria Mendes

219. Vinicuis Eckert

220. Vitor de Lima Guimarães

221. Vitória Lourenço

222. Vivi Reis

223. Walter Rebouças

224. Wesley Rodrigues De Carvalho

225. Yasmin Soares Dias da Cunha

226. Yoshimura Vilanova Barreto

227. Yves Miranda Medeiros

228. Zacarias marinho

229. Zeneide Lima

230. Zilmar Alverita

245 visualizações0 comentário

Posts recentes

Ver tudo