As políticas sociais no pós-pandemia: há algo de novo no front?

A questão que se coloca neste contexto refere-se a como os Estados tem respondido e responderão

Por Rosa Maria Marques* e Solange Emilene Berwig**

Texto originalmente publicado no site da Revista Argumentum


O avanço da pandemia COVID 19, em todo o mundo, amplia as consequências da prolongada crise capitalista iniciada em 2008 sobre as parcelas mais vulneráveis da classe trabalhadora (os trabalhadores informais, com menor escolarização e baixa remuneração), na medida em que o enfrentamento à pandemia provocou uma queda no consumo e nas atividades econômicas. As consequências mais imediatas foram o aumento do desemprego e da precarização do trabalho, aumentando o número de pessoas em situação de pobreza e miséria, além do aumento das dificuldades no funcionamento dos sistemas públicos de previdência social, saúde, assistência social e educação. A questão que se coloca neste contexto refere-se a como os Estados tem respondido e responderão, no mundo inteiro, a este aumento, quais medidas e políticas sociais serão acionadas e como funcionarão, colocando para os estudiosos o desafio de compreender tais respostas em um contexto de recessão prolongada e no qual a destruição das intervenções sociais do Estado constitui a tendência dominante. Leia aqui o artigo na íntegra

*Rosa Maria Marques, Pontifícia Universidade Católica de São Paulo

Economista. Doutorado em Economia. Professora titular de economia da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUCSP, São Paulo, Brasil).


**Solange Emilene Berwig, Universidade Federal do Pampa

Assistente Social. Doutorado em Serviço Social. Professora adjunta de Serviço Social da Universidade Federal do Pampa. (Unipampa, São Borja, Brasil).



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